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  • O que andam a jogar?

    Antes de o Obake o fazer, vou deixar os meus pensamentos quanto ao RDR2, que fui só espectador na run do kupo, que acompanhei na integra:

    é um jogo espantoso. tendo jogado o GTA5, este jogo oblitera-o em montes de aspectos.
    >>>A trama e os personagens sao o melhor trabalho que já fizeram. Eu estava a viver cada reviravolta e heist e revelaçao da jornada do Arthur. Os diálogos dentro e fora de cutscenes, com main e side characters, ora tem aquele tom satirico tipico da Rockstar, ora atingem um nível de drama perfeitamente adequado. O equilibrio entre a comédia e o drama está super bem conseguido.

    >>>Os visuais são incriveis. acho que é o jogo mais impressionante que já vi, destronando o uncharted 4. Tudo tem uma atençao ao detalhe NOJENTA. as animaçoes, a luz, os planos nas cutscenes, as cartas, os catálogos, os anuncios e os posters, tudo. É preciso ver para crer.

    >>>O mundo parece muito mais vivo do que qualquer outro open world que já vi ou joguei. Ainda estes dias a namorada jogou o Horizon:ZeroDawn todo aqui, e nem se compara. Seco. é um mundo de um videojogo.
    No RDR2, estás sempre a experienciar algo novo pelo mundo. uma variedade enorme de quests, sidequests, eventos aleatorios, e pequenos elementos a interagir na sandbox do mundo. A falar com o kupo pelo voice, descobrimos montes de easter eggs, comportamentos de NPCs, fins secretos para quests. O mais provável é que se pensarem "será que há algo ali?" o mais provável é que há mesmo algo lá. E tudo se junta com os visuais e as possibilidades de gameplay para criar um mundo mesmo imersivo para lá se perder horas.

    >>>Gameplay pareceu relativamente normal, GTA-like. fora do gameplay base o kupo nao explorou muito mais (heists e cenas assim). Tem muitas coisas que sao clunky para poderem interagir com o mundo, e isso devia ser melhor/melhorado. Há uns bugs mais graves, uns menos graves. Muito daquele bom velho "open world jank". Mas nao me pareceu ser unplayable, só um bocado estranho.

    Agora a parte menos boa, e again, spoilers
    Nãao acho que se tenham apercebido de quão forte era o personagem principal que tinham criado.
    O arthur tornou-se um dos meus personagens favoritos em videojogos nestas 30-40 horas de jogo que assisti, ali acima e ao lado do Lee Everett, do Walking Dead. Entre a história passada dele que é explorada por vislumbres em diálogos com outros personagens, as entradas e esboços no caderno dele, o tom sarcástico, rústico e resmungão ou o mais suave que usa dependendo de com quem está a falar, e muito mais, criaram um personagem super forte.
    Talvez parte disso seja projecção, mas acho que há muito que lá puseram de propósito, e souberam exactamente o que deixar em aberto para o jogador poder completar como lhe satisfizer.

    Quando o Arthur fica doente a... 60% do jogo, achei uma reviravolta fantástica e contextualmente credível, mas mais do que usarem a morte dele como uma ticking timebomb para terminar o jogo, utilizam-na para embarcar o personagem numa história pessoal de redenção e reavaliação do propósito dele.
    Não me quero alongar, mas é uma narrativa do caralho que se joga até ao ultimo capitulo. Até o cavalo a morrer foi #feels

    Depois... vem o epilogo. E o epilogo não me fez sentir da mesma maneira. Para além da mudança de pace (que é aceitável, percebe-se), o resto do jogo é jogado com o John Marston. Não tendo jogado nem acompanhado o primeiro, o fanservice fez pouco por mim. O pior é que alonga-se muito mais do que seria de esperar, com um tom completamente diferente da beleza e gravitas do fim do Arthur.
    O John matar o Micah no fim... embora tivesse razões para isso e seja tematicamente coerente com a jornada do Arthur, alguém que no fim nao viveu pela vingança mas pela salvação de outros (2 temas contrapostos ao longo do jogo), nao consigo deixar de sentir que foi um momento roubado à história principal. Não só isso como pode-se dizer que embarcar numa jornada de vingança para finalizar um jogo que trata a redenção do personagem principal deixa um sabor um bocado... não deixa grande sabor. Só isso. É o esperado. Até a música muda para o que assumo que seja música do primeiro jogo, numa mistela de guitarras eléctricas e sons industriais que substitui os sons folk adequados do género Western. Um grande shootout no fim e a grande vingança feita e agora segue para a sequela.

    Meh

    Seria tudo isto menos um problema se, quando os créditos acabassem de rolar, nos pusessem de volta no mundo com o Arthur, como se estivéssemos a jogar um passado que ele viveu entre o capitulo 2 e o 3, a explorar ali o expanding West.
    Mas é o John que estás a controlar. E tanto eu como o Kupo não queriamos ver nem ouvir o John a dizer os diálogos do Arthur, ou a completar as sidequests do Arthur ou a explorar o mundo do Arthur. O John tem o jogo dele para tudo isso, e numa tentativa de fazer uma ponte limpinha e completa a ligar este jogo ao RDR1, sinto que o fim do jogo fica aquém do potencial que teve. Por fanservice. Acho triste.

    Tudo dito, acho um jogo muito bom. Acho que fãs e não fãs deviam jogá-lo. E se até um gajo que nao gosta de Open World games gostou deste, isso deve significar algo.
  • Street Fighter V: Discussão geral

  • Braga Fight Fest #1 - Resultados e Reports

    isso do stream é o normal. Believe me, i know.
    para um primeiro, foi optimo. Continuem a dar-lhe :+1:
  • Braga Fight Fest #1 - Resultados e Reports

    Nao sei quem streamou mas:
    O titulo do stream e jogo estavam regularmente errado. Tenham atenção a isso, e se não, pelo menos aos mentions no chat.

    De resto nao foi um mau trabalho. É bom que nao me digam que foi o obake que streamou. Mato-vos.
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