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  • Dragon Ball FighterZ: PSN x STEAM 7v7

    Isso é outro problema do formato.
    É a possibilidade de já estar decidido (4 win streak, 3 matches por fazer) ainda antes de acabar e depois os matches finais já nao significam nada, fora o consolo dos restantes nao terem perdido.

    Pokemon style deixa toda a gente jogar, e depois vai-se aprimorando para os matches mais fortes na segunda ronda.
    Mas pronto, é algo para vocês considerarem.

    (Neste por exemplo fizeram o 1v1 como voces, só o snake eyez é que ganhou de um dos lados, e depois conseguiu dar reverse OCV)
  • Dragon Ball FighterZ: PSN x STEAM 7v7

    Acho o formato um bocado fraco. Por medo de serem OCV'd por um gajo, estão logo À partida a estabelecer imaginary power-level matchups que nao tem 1-1 equals e estão a diminuir a possibilidade de haverem upsets e winstreaks de um lado ou outro.

    A unica limitação devia ser o Dante e o Brave irem no fim, porque sao os jogadores mais fortes de cada plataforma, IMO. Mas é o vosso evento.
  • O que andam a jogar?

    Concordo com o Arak em tudo o que respeita a narrativa. O bloodborne, por causa da sua temática e da própria história, não podia ser apresentado de nenhuma outra maneira. Seria pura traição daquilo que o inspira (Lovecraft, cosmic horror, e a souls series claro).
    Não só isso como o appeal destes jogos é mesmo desvendares esse mistério. É chegares ao Archdragon Peak, aparecer-te o Nameless King e pensares "Nameless... espera aí caralho este gajo parece o.... Oh shit!", ou olhares para a Maria e pela aparência, items e diálogos concorrentes, perceberes a relação dela com a Doll.

    Não quero uma cutscene que me debita a história e motivações dos personagens. Não quero uma God of War notification a dizer "Lore added". Acho que nã há nada mais desinteressante que possam fazer. Para isso há dezenas de jogos a sair todos os anos.

    Quanto ao gameplay, o Ludwig foi dos bosses mais challenging mas só por fazer muito dano (e estava em NG+). Em termos de hitboxes e animaçoes é perfeitamente compreensível. A Maria é uma luta clássica de boss humanoide, um "mano-a-mano". O Orphão é dificil mas mesmo ele tem como lhe fazer dodge como deve ser, e o Laurence é só a cleric beast 2.0, nem dificil é.
    Importante saber que o DLC é feito para ser mesmo consideravelmente mais difícil (tal como no DS1,2 e 3) e para ser jogado quando tens uma build que conheces e está relativamente optimizada. Se caires lá pra dentro underleveled e sem um bom grasp do sistema, esquece, és destruído.

    As chalice dungeons nao estás overlevelled porque grindaste. As primeiras dungeons nao sao endgame material, sao para ires fazendo quando ganhas o cálice
    O primeiro ganhaste no 2º boss do jogo, por exemplo.
    A partir da 3ª-4ª já começam a acompanhar o teu endgame level. Mas também não são muito divertidas na minha opinião, especialmente se não estiveres interessado em certos aspectos do universo do jogo.

    Uma pena que não tenhas gostado do jogo, mas como disseste, não é um jogo que possas simplesmente jogar como qualquer outro e absorver tudo ao fim de uma playthrough. requer um investimento maior (um bocado maior que os Souls até), mas não há nada que valha a pena que não requira isso.
  • Filmes

    Sim enganei-me no DeadDeath. Era ele que queria dizer. E pronto é o que disse, é mais uma promessa de vilões apresentados à pressa que vão ter de dividir 2horas de filme entre si e com os personagens principais.

    O shazam nao me ri uma unica vez no trailer, foi o meu problema. o Deadpool é uma barragem constante de piadas, mas rio-me de quase todas, portanto não me faz confusão. Aqui o humor pareceu extremamente básico, como se fose um episódio do Teen Titans Go. Toda a situação com o fato de musculos claramente falsos tbm nao caiu muito bem.
  • Filmes

    Coco - Surpreendentemente bom. O marketing do filme nao mo vendeu como mais do que outro cash-in do Dia dos Mortos (por isso ignorei-o quando saiu), mas o filme acaba por usr o feriado mais como "rulebook" para retratar uma história que acho que só podia ser contada assim, com estes personagens e cultura. Gostei muito mais que esperava.

    Justice League - Bit the bullet and finally watched it. They're... getting somewhere. a DC está lentamente a construir algo, mas ainda falham em muito em termos do jogo dos cinematic universes.
    Highlight do filme é provavelmente a música do Danny Elfman, a pontuar bem alguns dos melhores momentos com temas dos personagens e alguns outros que gostei.

    A história é uma infinity stones / team build wtv. Serve. O vilao é só mais um big meanie, sem nenhuma motivação para além do caos, algo que dizem até durante o filme.
    Sendo um "ensemble" movie, é de esperar, porque o mais importante acabam por ser as tensões e interacções da equipa principal, que até estão fixes.
    No entanto, às vezes abusam do raport que têm com a audiência (EU!) e algumas quips e piadolas ficam-se pelo chão. Mesmo assim, sendo já o 4 filme no universo, já há interacções melhores entre o Wayne, a Diana e achei que o Flash não teve nenhum momento forçado, porque o próprio personagem é forçado, daquela maneira meio constrangedora, propositadamente.
    Já entre o Aquaman, o Cyborg e até o Clark, algumas coisas não assentam tão bem, e nota-se a falta de algo antes do grande team movie, para os fazer funcionar juntos.

    Tem uns sólidos 60-70% de bom CGI. Fora a sequência final, que infelizmente é pouco acima de um videojogo. Entre as cores, as animaçoes e mais, ficou tudo muitissimo estranho.

    A cena pós-créditos não faz pau para me querer ver outro filme. Sets up... nothing. Um Lex Luthor que ninguém gostou e devia ter ficado nas sombras, e o Deadshot, que pessoalmente não me diz um chavo. No fundo uma promessa de -ainda mais- personagens enfiadas em poucos filmes, talvez. Logo se vê.


    Trailer do Shazam está uma merda.
    Trailer do Aquaman está "ehhhhh", mas depois de ver este JL até fiquei um bocado mais interessado.