O que andam a jogar?

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Comments

  • Aaaaaai Tiago não me faças isso. Need it.
  • Sorry Roz, tou apaixonado pelo jogo e vocês sabem que sou sega diehard fan desde miudo... e ainda me falta ver o Zelda bafo selvagem, Switch é linda btw <3
  • Bem, lá acabei a minha playthrough de Persona 5 (isto acabou por demorar demasiado tempo...).

    No geral o jogo é superior aos anteriores em quase todos os aspectos, mas não deixo de ter tido um sabor agridoce na "dungeon final". Esperava pelo menos que fizesse sentido fazer algum level up, mas não foi nada de especial.

    O último jogo da série SMT que joguei foi mesmo o Lucifer's call e aí sim, era preciso mesmo descer todos os Kalpas e ter de conseguir as melhores Personas. Aqui fica a sensação de que se não for para fazer a super boss battle "clássica" dos Personas, não há muito mais "endgame" (se estiver enganado, by all means, corrijam-me).

    Não sei até que ponto vou querer fazer o NG+, mas totally worth it. I guess it's time to finish World of Final Fantasy xD
  • Comprei o The Surge.
    Do pouco que joguei (ag tou sem tempo) gostei.
    Nunca fui muito fã dos jogos souls, mas este apesar de ser quase a mesma coisa, até me agradou
  • NIOH É DO CARALHO!
  • Acabei o Mário odyssey, acabar é um pouco vago, fiz a main story falta explorar o post game. Jogo fantástico a todos os níveis, dos poucos que me pôs um sorriso em cada planeta que visitava.

    Agora já posso começar o Zelda Breath of the Wild.
  • edited November 2017
    Acabei o Sonic Forces. É como as reviews têm dito por aí, average em praticamente tudo. 6/10 seems about right.

    - Níveis pequenos, forgettable e com um design awkward, especialmente quando comparados aos do Generations ou aos daylight stages do unleashed. Passa-se a main story em cerca de 4h.
    - Os controlos estão piores, somehow. Not tight/responsive enough. Morri várias vezes a reclamar "mas eu carreguei no botão!!". Also, removeram o drift do Modern Sonic.
    - A história é saturday morning cartoon-level, obviamente. Infinite é um mau bad guy (mas bom VA!).
    - Criar o avatar tem a sua piada, mas a jogar não convence. É o Modern Sonic sem boost e com weapons. É este o meu:



    + OST bastante diferente do habitual. Cool vocal tracks e uns remixes porreiros. Lembra os Sonic Adventures.
    + Game is pretty.

    Next up... Persona 5?!
  • Warframe-ninjas play free
  • edited December 2017
    Andei a brincar no need for speed payback estas 3 semanas.

    Graficamente está bom. Tem os seus momentos em que random cars aparecem ou desaparecem estilo matrix na cena do dejavu com o gato... outros mais freakish em que bi um carro "brotar" na estrada como se fosse uma planta! Mas de resto num me posso queixar.

    Jogabilidade, penso que depois de nos habituarmos fica pretty standard pro tipo de jogo que é. No complaints here!

    História... meh?
    Honestamente, it's cliché as fuck...
    Guy gets screwed on a job, goes for revenge...

    O jogo sofre bastante com o grind que é preciso fazer quando pegamos num carro nobo (há 5 tipos de corrida, normal, drift, offroad, drag e courier/escape e precisamos de um carro pra cada uma) e com as paragens longas para loadings. Perde-se imenso tempo quando uma corrida corre mal e precisam fazer restart.
    O sistema das cartas pra eboluir um carro nem é mauzito imo, mas só serbem pró carro que usaram pra ganhar a corrida/comprar na loja e se precisarem de usar outro carro, tough luck. Go grind more sucker!
    Post game temos speed traps, drift sections, speed runs e jumps pra quem quiser perder tempo a tentar ganhar 3 estrelas nesses ebentos e os roaming racers pra derrotar mais billboards pra destruir e gambling chips pra coleccionar mas tirando os troféus da psn, num ganham nada com isso a num ser costumizações pros carros...

    Resumindo, o jogo num bale nem 30€ quanto mais os 70 que encontram nas lojas... ainda bem que apanhei a promo na fnac a 20% de desconto.

    3/10

    Should've bought cod ww2 -.-'
  • Darkest Dungeon. Já recebi mensagens de hate de amigos que compraram o jogo porque tinham trabalho pra fazer e ficaram a jogar até às 5 da manhã depois de lhes dizer pra comprar e que até era um jogo fixe.

    Porque é que não comprei isto antes...
  • 13h no Dragon Quest 7 da 3DS, até estou a gostar bastante, a cena de andar a visitar ilhas passado/presente está muito porreiro. Fico sempre curioso para ver como ficam as cenas depois de as resolver no passado.

    25h no Zelda Bafo Selvagem... e oh boy ainda falta para acabar, mas até agora totalmente mágico.

  • 13h no Dragon Quest 7 da 3DS, até estou a gostar bastante, a cena de andar a visitar ilhas passado/presente está muito porreiro. Fico sempre curioso para ver como ficam as cenas depois de as resolver no passado.
    Isso daqui a outras 13h és capaz de mudar de opinião xD. É que não vai passar muito disso. Por volta das 50h eu já estava a pedir que acabasse... e só acabou nas 70h. :<

    Playing Persona 5, 25h in. Claramente dos melhores do ano.
  • Mal posso esperar para acabar o Digimon Story Cyber Sleuth e fazer mais um pouco do endgame de Final Fantasy XV para ir para o Persona 5.
  • P5 é um jogo incrível. Still, acho que os anteriores eram mais challenging (especialmente a última dungeon).

    Mas continuo a dizer que SMT nocturne aka lucifer's call é o melhor dos que joguei
  • Nesta thread em específico não estou a conseguir pôr spoiler tags, é o mesmo problema de há uns tempos.
    @obake, @digos ou quem quer que ainda vá jogar os DLCs do RE7:


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    LOTS OF SPOILERS AHEAD
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    Acabei o Not a Hero e o End of Zoe do RE7. Grátis e pago, respectivamente. São ambos relativamente curtos (2h cada aprox.), mas cada um oferece uma experiência diferente.

    O primeiro é mais pew-pew que o main game, mas muito ao de leve. Nada comparado com o tipo de acção do RE4/5/6. Simplesmente o Chris é um gajo treinado e fully armed num espaço isolado, com SAW-style traps, poison gas e new enemy variants pelo meio. Não foge assim tanto ao main game como os trailers davam a entender. Diria até que é bastante semelhante à parte final do RE7, mas mais tensa.

    Este Not a Hero era aquele em que tinha mais interesse em jogar, uma vez que se criou toda uma onda de especulação sobre se seria mesmo o Chris Redfield ou um impostor (as teorias apontavam para o HUNK). Mas para ir directo ao assunto: afinal é mesmo o Chris e esta aparência dele é um redesign. Bummer. :/ Na verdade, não foi nada que o director do jogo já não tivesse dito várias vezes (porque photogrammetry, visuais reais, etc). Mas estava difícil de acreditar, devido a todo o tease que deram sobre o assunto, a aparência dele no RE: Vendetta, a mudança de voice actor... enfim, foi uma curve ball gigante.

    Honestamente acho que só fiquei desapontado com o DLC porque não cumpriu essa expectativa que eu tinha sobre a "revelação" da identidade deste Chris. É que a história nem sequer tem nada a ver com essa ideia. A intenção da Capcom foi pegar imediatamente onde o jogo original acabou, fechando loose ends com a perseguição final ao Lucas Baker e explicação do reaparecimento da Umbrella (long story short: são uma PMC anti-bioterrorista organizada pelos leftovers da old Umbrella. Mantêm o nome como "castigo" para relembrarem a responsabilidade e peso das suas acções no passado. O Chris continua a ser BSAA, apenas está a agir como supervisor das operações desta Umbrella renovada. A contra-gosto).

    Anyway, bastantes F-bombs são lançadas, há um ou outro one liner engraçado, Chris vence o bad guy and all ends well. No meio disto tudo são revelados os The Connections, a identidade dos terroristas criadores da E-type series, para quem o Lucas tinha estado a fornecer info. Não consegui perceber se são só um plot device para este jogo e se é suposto interpretar que estão acabados devido à captura de data sobre eles, ou se vão ter mais importância no futuro. É mais uma open plot thread a ter em conta para um próximo jogo.

    Overall é um bom DLC, embora relativamente curto. Confesso que fiquei desapontado inicialmente, mas como disse antes, acho que isso se deveu à expectativa diferente/exagerada que eu tinha para o plot. Em vez disso, este DLC (e o End of Zoe ainda mais) é um wrap up bonito num package já muito bom só por si.

    Já o End of Zoe, é um epilogue tão diferente no abordagem, que é impossível não achar piada à gameplay absurda: swamp dude goes on a rampage, punches everything in sight while eating bugs! Passa-se duas semanas após o Not a Hero e o protagonista é o Joe Baker, tio da Zoe, irmão do Jack. A diferença é que este Baker vive sozinho no meio do pântano e não tem muito contacto com o mundo exterior. Apesar disto, a família está em primeiro lugar, e ao encontrar a sobrinha infectada, parte em fúria à procura de uma cura. Isto leva-o a várias áreas de quarentena que a Umbrella estabeleceu à volta do terreno dos Bakers, enquanto é perseguido por um Molded diferente do habitual que quer raptar a Zoe.

    É um DLC muito diferente do tom do RE7, mas ao mesmo tempo encaixa no universo, talvez porque o setting ajuda facilmente a explicar a atitude e personalidade crua/violenta do Joe Baker. No fim, é revelado que o tal Molded é o Jack Baker, que afinal não tinha morrido às mãos do Ethan. A luta final entre os dois irmãos foi brutal... BIONIC AAAAAAAARM! xD

    In the end, a Zoe tem o final merecido. Ainda houve tempo para um fanservice cameo do Chris, que traz uma chamada do Ethan para a Zoe. Achei que este final foi bastante fitting para a história dos Bakers e encerra muito bem o RE7.

    Mas enough RE nerd talk. Vou deixar o archive falar por si, que eu ontem estive a streamar para um grande total de 1 pessoa, o @JayPay :D

    https://www.twitch.tv/videos/209357313
  • edited December 2017
    Acabei hoje o Tales of Berseria: Solid 7/10. Muito enjoyable e já tinha saudades de um Tales, mas mesmo assim não está ao nível dos grandes da Série como o Graces F. O novo sistema de batalha que usa os 4 facebuttons para as habilidades é um pouco difícil de habituar e acho que tentaram demasiado reinventar a roda. A câmara nas batalhas ainda sofre de alguns problemas também o que é irriante. Nada mau ao nível do Zestiria que tornava batalhas praticamente injogáveis, mas acho incrível terem problemas com algo que não tiveram nos últimos 10 anos de títulos com batalhas em 3D.

    Dito isto, acabei de comprar o South Park: The Fractured But Whole por 50% off na PSN, promoção essa que só dura mais 2 horas. Tenho óptimas expectativas depois de ter experimentado o demo.
  • Só para chatear o @kupo
    35h no Zelda botw e best game ever.
  • Não me chateias, I'm a Zelda fan : D
  • Ja o começaste? Que estás a achar de Hyrule? ~


  • Terminei o (main game do) Witcher 3.
    Neste momento estou furioso com o fim que tive e a razão pela qual o tive. Sem entrar em detalhes, por 3 opções que tomei durante o jogo, algumas delas completamente em momentos random que nem dava a entender que fossem importantes, tive o pior fim possivel. Quase 2 meses nisto, 102h de jogo para esta merda. É ridiculo...

    Fora isso, acho o jogo bastante overrated. Tal como era o 2.
    O melhor que o jogo tem é o universo e a lore, coisa que vem dos livros. As quests são quase sempre muito interessantes também e dá vontade de conhecer mais do mundo e acompanhar as pequenas historias. Os gráficos são incriveis.

    De resto é um jogo mediocre.
    A main storyline resume-se em duas frases, não ha explicação de nada ao longo do jogo todo, a Ciri não é likable, os viloes nao sao desenvolvidos.
    O combate é bastante basico e muito rapidamente ficamos overpowered.
    As quests apesar de serem interessantes são muito repetitivas em estrutura. Os dialogos apesar de estarem bem feitos tornam-se irrelevantes pq o jogo faz o trabalho todo por nós, não é preciso prestar atenção a nada.

    Palavra especial para o Gwent que adorei e está muito bem feito, fiquei com pena quando apanhei as cartas todas e fiquei sem motivação para continuar a jogar gwent so para aquecer. Talvez brinque no stand-alone Gwent no futuro.

    Enfim, muito sal com o que me aconteceu com o ending.
    Adorei o mundo do Witcher mas neste momento apetece-me mais comprar um dos livros do que jogar as expansões.
  • South Park: Fractured but Whole

    Jogo super divertido. Super divertido, batalhas bem feitas, bom nível de personalização com as classes existentes (vais desbloqueando mais ao longo do jogo), uma história que, sem se levar a sério de todo, até consegue ter umas voltas engraçadas para pelo menos te manter entretido e, claro, muito humor de merda. Literalmente. Nunca fui particularmente fã dos desenhos animados mas mesmo assim é difícil não rir a algumas das tiradas e até referências que fazem ao longo do jogo. E se for comprado até final de Janeiro, traz o Stick of Truth de graça, portanto recomendo fortemente.
  • Acabei o ultimo ep do LIS BTS, totally shit, não joguem isto.

    Já posso voltar ao Zelda.
  • Wow, conseguiu ser pior que o original? :joy:
  • 60h depois Breath of the Wild feito.

    Fui totalmente ás "segas" (get the reference?) para este jogo, não vi trailers nenhuns, noticias nada e admito que ao inicio achei-o totalmente boring. Mas assim que acabou o tutorial e Hyrule ficou disponível para explorar o que quiser foi quando comecei a amar o jogo. Quero tanto spoilar os momentos épicos que passei a fazer a main quest ou de quando acabava os shrines e tinha aqueles momentos de ter conseguido resolver os puzzles sem ajuda nenhuma, mas trust me é melhor fazerem como eu irem sem saber nada e não vejam walktroughs, a sensação é muito melhor se completarem tudo sem ajuda. De referir que joguei isto praticamente todos os dias, eu que jogo uma cena e passado 2 dias tá de lado durante meses/anos.

    Fiquei meio desapontado com o final esperava mais um bocadinho mas foi totalmente worth it, botw passa assim a ser o meu segundo jogo favourite of all time.

    Next up - Yakuza 5.


  • Fiz o Cuphead.
    Não há muito a dizer dos gráficos, estão incriveis.
    O gameplay é divertido, é aquele dificil mas onde percebemos sempre o que fizemos mal.
    Ao acabar o jogo fiquei com vontade de jogar mais, consome-se demasiado depressa o conteúdo, especialmente para o trabalho que deu a fazer.
    Mas o que lá está é muito bom, vale a pena jogar todos os niveis e apreciar o detalhe.


  • Fiz o What Remains of Edith Finch.
    É um walking simulator muito interessante da história de uma família.
    Tem alguns gimmicks engraçados e alguns detalhes muito bons mesmo.
    Vale a pena as 2h que dura.


  • Fiz o Tacoma.
    Outro walking simulator sobre descobrir o que aconteceu numa estação espacial.
    O jogo está bem feito, o lore é interessante e a maneira como se vai descobrindo as coisas entretem.
    O payoff não é nada de especial mas não desgostei da experiência no geral
  • SUPERHOT is the most innovative shooter I've played in years!
  • @obake é dos gajos do Gone Home não é? Tem o mesmo feeling? Eu gostei bastante do Gone Home e o Tacoma também me interessou.
  • Sim, é dos mesmos, mas o feeling não é o mesmo.
    Andas na mesma a reconstruir o passado investigando o cenário mas o tema é diferente e as mecânicas também.
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