O que andam a jogar?

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Comments

  • Bom, @TwinBlade ja sabemos que quote meter na próxima vaga de troféus
  • edited February 2017
    Yu-Gi-Oh! Duel Links

    Ok, é um jogo mobile. E sim, conta como gaming.
    Ora bem, o que é que este jogo trás de novo para o franchise? Nada, precisamente o contrário, e é o ponto positivo do mesmo atm. Alguns de nós jogaram o clássico. Dos que o fizeram, quem não se lembra de se espumar todo quando metia o seu Blye Eyes, quando ainda era considerada uma carta minimamente viável? Bem, aqui têm a vossa oportunidade de voltar a ter esse sentimento.

    Este jogo sofre de alguns problemas clássicos de mobile: paywall (apesar de neste jogo ser bastante baixa para minha surpresa!), muito farming, etc. Mas se estiverem dispostos a passar esse ponto, poderá ser uma experiência agradável a fãs e até a novatos da série. Pensem pelo lado positivo: jogar é de borla!

    Então, qual a diferença em relação ao jogo que já conhecemos?
    - As regras mudaram ligeiramente. Para ser mais viável no mundo mobile, o jogo tornou-se mais rápido, e para isso agora apenas temos 20-30 cartas no deck, apenas 3 monster e s/t zones, 4000 LP, começar apenas com 4 cartas na mão.
    - O set de cartas é uma mistela de beatsticks de vários sets. Vão encontrar muitas das originais, mas também algumas cartas que vieram em sets mais tardios e que neste momento são boas.
    - Dado o ponto anterior, esqueçam completamente o meta do jogo normal. Com a redução dos LPs, das cartas na mão inicial e com o set de cartas existente limitado, é uma nova oportunidade para pessoal como eu que gostava de começar do 0.

    - Cada jogador tem uma personagem associada, personagem essa que pode usar um de vários skills: começar com mais LP, substituir uma carta na mão por outra no deck, começar com um field spell, etc.

    Para progredir no jogo, fazem-se uma data de missões tais como "Usar 5 spells num duelo", "Destruir 10 monstros", "Fazer 5 ritual summons", etc. Estas missões permitem-nos subir e Stage quando são todas feitas, e isso permite-nos desbloquear novas personagens, novos challenges, etc. E por falar em challenges, o jogo oferece também alguns "trials" para resolver, matar o adversário num único turno com as condições postas à nossa frente. Já é algo que existe noutros jogos YGO, e não são difíceis, mas é sempre engraçado.

    Existe também PvP e ranking system. E sim, PvP a sério e não "o bot controla um deck que o jogador tenha construído". E até funciona relativamente bem, se bem que isso ainda não experimentei muito porque ainda não terminei o deck que quero fazer. Não porque não tenho dinheiro para boosters, mas porque preciso de farmar cartas que só se ganham a fazer duelos contra certas personagens, ou por fazer lvl up à vossa personagem atual. Também podem convidar pessoal da vossa friend list. ( @SevenNights pls, we gotta do dis bro)

    Quanto à componente artística, os visuals são muito parecidos aos jogos Tag Force, o que é um ponto positivo. Todo o tabuleiro é 3D, e até aparecem os sprites dos montros por cima das cartas. Podem personalizar o vosso tabuleiro e cartas com sleeves e playmats.



    Aparecem animações 3D dos summons do monstro chave da vossa personagem.



    Tem voice-acting para aquele cheesy feeling. E a música não é nada de se botar fora, só que fica um bocado repetitiva se jogarem contra os NPCs básicos.





    Quer sejam jogadores ou apenas fãs da série antiga, recomendo a experimentar durante uns minutos, nem que seja para ter finalmente um YGO em mobile e reviver alguns momentos de infância. Ou para jogar "a sério" num meta diferente. Posso dizer com certeza que nada bate jogar com cartas reais, mas se estão à procura de uma alternativa sem as mecânicas complexas atuais (Synchros, XYZ, Pendulum), deixo aqui os meus 5 cêntimos.

    Spoiler: Não metam 3 Blue-Eyes no deck. A sério, por favor, não o façam.
  • edited February 2017
    Bem, resident evil 7, o k dizer? Nunca pensei. Foi p/ RE akilo k o Veta devia ter sido p/ SF. Rebirth da saga. Amazing mesmo, o k eles fizeram.

    Hats off à capcom por compreender o k a saga precisava, ter os tomates p/ o fazer em vez de jogar seguro e fazer outro RE5, e evoluir o jogo no sentido k o género tem vindo a evoluir mantendo o espírito por trás daquilo que é RE bem intacto.

    O jogo está fantástico, super tenso, super interessante, super RE à mesma. Back to the glory days, mesmo. Vou comprar season pass, e acho k comprava o jogo 2 xs só p/ apoiar o k eles aki fizeram. Por favor comprem e joguem isto.

    Also, finalmente acabei o layers of fear, e o DLC inheritance. @Garuda empurrei a cadeira de rodas até ao fim do corredor x'D não acontece nada no momento, mas acho k é uma das condicionantes p/ ter o fim "bom". Inheritance tá lixo ao pé do jogo principal, IMO.

    Agora estou wrapping up o broken sword 5, k tinha há bué a meio. Amanhã hopefully chega o Nioh, para competir com o RE7 p/ potenciais early GOTY p/ mim ='D

    Este ano promete. Muito. Q1 super stacked mm.

    *edit* Broken Sword 5 feito, meh, fraquinho, kinda sucked overall, mas divertido pela nostalgia humor e por ser o tipo de jogo k é. Se amanhã não receber o nioh, irei fazer o broken age, k espero k seja akilo k o broken sword poderia ter sido, as in um point and click mesmo bom in this day and age.


  • Fiz o Resident Evil 7.
    O jogo está muito bom como já foi dito mas sinto que a partir de metade do jogo perde o impacto que tem no inicio. Torna-se um FPS survival game, a parte do horror fica esquecida.
    De qualquer maneira a primeira metade do jogo está muito bem conseguida, estava a adorar aquela tensão e ambiente. Depois disso o ambiente muda um bocado, começamos a ter munição a mais e a história começa a ficar um bocado mais "out there".

    Em relação à historia, acho que se perde um bocado no fim do jogo. Foi decente no geral mas houve algumas coisas que não gostei (no spoiler a seguir)
    A cena de a Eve fazer alucinar toda a gente é um bocado parva. Se ela quer matar alguém porque não os faz alucinar para se suicidarem? Também retira valor a muitas coisas que aconteceram como as amputações e matar a Mia e etc. Acho que um gimmick demasiado "it's an easy way out to do whatever the fuck we want and take it back after..."
    O "Redfield" sem explicação foi parvo assim como o helicopetro da Umbrella. O Lucas nunca mais foi visto apesar de na mina haver armadilhas das dele.
    Tudo isto pode ser explicado em DLCs mas isso é uma pratica de negocio de nao gosto e apesar de ter ficado com vontade de comprar o season pass para apoiar o terem feito um bom jogo, fico de pe atras com esta politica de milking de DLCs. Also é a Capcom por isso o mais certo é algumas coisas nunca mais serem explicadas.


    As minhas stats finais da run:


    But anyway, tirando algumas coisas que podiam ser melhores (incluindo o boss final, que coisa tão fraca), o jogo é bom e divertido/assustador de jogar e foi o primeiro Resident Evil que adorei jogar desde o 3.
    Here's hoping que a Capcom faça DLCs de jeito para este e dê boa continudade à série, algo que estou curioso para ver como vão fazer, porque no 8 já não haverá um setting tão focado como era a mansão dos Bakers neste.
  • edited February 2017
    Concordo contigo. O último bocado do jogo foi um bocadinho mais action-y e o boss final foi meh at best, mas fiquei satisfeito no que toca à conclusão da história do Ethan.

    Quanto ao que escreveste no spoiler:


    "A cena de a Eve fazer alucinar toda a gente é um bocado parva. Se ela quer matar alguém porque não os faz alucinar para se suicidarem?"


    As alucinações são o 1º sintoma das infecções causadas pelo mold, antes dela ter começar a ter controlo. Faz os infectados começarem a ter alucinações auditivas/visuais. A finalidade do fungo em si é forçar as vítimas em entrar numa family-like structure, numa lógica de "juntos-somos-mais-fortes". A family theme também pode ser a maneira como a Eveline, que viveu sempre como uma lab rat, demonstrou a sua necessidade de intergração. Isto é dito naqueles ficheiros dentro do lab perto do final. Pelo que consegui perceber ela só tenta matar quem tenta resistir à infecção ou vai contra esse ideal. Neste caso, o Ethan ou a Zoe. Se ela quiser matar alguém, trata logo do assunto, como fez com alguns funcionários do barco.
    Quanto à Mia, a Eveline não pode/consegue matar a Mia ou fazer-lhe o que fez aos Bakers: faz parte do "imprinting protocol" de que o Alan fala no barco.


    "O "Redfield" sem explicação foi parvo assim como o helicopetro da Umbrella. O Lucas nunca mais foi visto apesar de na mina haver armadilhas das dele."
    O lab por baixo da mina era do Lucas. Ele manteve-se sempre em contacto com a Tentsu supostamente ("he's been in contact with an unknown 3rd party, you can probably guess who that was" - a transmissão de rádio que interceptas antes de entreres para a mina indica isso), a qual lhe forneceu a medicação para ficar fora do controlo da Eveline sem ela perceber (mantendo apenas a limb regen ability), em troca de E-series info e combat data. Eles souberam perfeitamente do naufrágio. O incidente com os Bakers foi a oportunidade perfeita para "esconder" a Eveline de outras BOW organizations e testá-la em combate.

    A hanging thread do "Redfield", assim como o que é realmente a Umbrella Corps unit, foi para manter o pessoal a especular até ao free DLC (acho que os paid ones só vão explorar backstory dos Bakers e das suas vítimas) ou começar um novo arc com este jogo. No way that's Chris imo. Para mim é o Hunk ou o nameless merc que é treinado no Umbrella Corps (o jogo).
    Ao menos a história do Ethan ficou fechada no jogo e não sacaram um Asura's Wrath, senão tinha ficado um bocado pissed. Suponho que o tal free DLC vá explorar este ângulo do plot e/ou o paradeiro do Lucas. Espero que não o tornem num one-time char sem resolução.
  • Bem passei o Deus Ex Mankind Divided.
    Não sei se foi de estar à espera de muito e ter visto absolutamente 0 deste jogo mas ele kinda soube a pouco esperava muito mais. While o jogo não é mau não me deixou o "woooow" que o Human revolution me deixou na altura que o joguei.
    Anyways, story wise tá decente I guess honestamente gostei mais das side stories do que da main story mas pronto, gameplay wise nota-se um level up do antigo para este tendo agora milhões de tools novas a nivel das augmentations.
    Grande con deste jogo imo é ser pequeno as fuck, divaguei imenso, fiz as side quests todas, perdi-me umas quantas vezes e creio que demorei 20h a passar o jogo todo
    All in all, comprem na steam sale / psn sale it's worth fora disso a menos que gostem imenso do Adam Jensen don't
  • A fazer Broken Age. Comecei ontem, estive 7 horas agarrado àquilo xD

    Muito bom. Humor muito fixe, história até ver super interessante e bastante surpreendente. Recebi hoje o Nioh, mas agora estou inclined para acabar o Broken Age 1º, não pensei gostar tanto.

    Comparativamente ao Broken Sword 5, este é melhor em tudo, exponencialmente. Desde gráficos e voice acting, presentation no geral, ao tipo de puzzles, mais inteligente e com sentido, e acima de tudo a história que parece estar mesmo a milhas.
  • Comprei o Puyo Puyo Tetris na PSN Jap para a PS3, não consigo esperar pela versão inglesa xD @Aniki tens cara de jogar isto... bora!
  • Esperar ate Abril porque nao vejo jp ps4 version na store, vai treinando~
  • Não saiu digital na ps4, parece que houve problemas com as licenças, depois quando sair físico compro na Ps4.

    Tive a experimentar ontem, acho que é o melhor puzzle game de sempre. Pena não perceber por enquanto o que dizem no modo story, agora não é sempre vs CPU, é várias missões que vão variando entre o puyo/tetris.
    Depois tem os vários modos single player e ainda são bastantes, mais do que o Fever Na ps2.

    Não sou grande coisa a jogar puyo, sou mais do Tetris, assim posso ir variando e não ser tão free :anguished:

    Fazer uns matches disto até 4 pessoas deve ser awesome.
  • Broken Age feito em 2 noitadas, o jogo está muito bom mesmo. Quem curta point and clicks humor out of the box e mundos e personagens bem fora e interessantes, give it a try que vale bem a pena.

    Nioh comecei antes de ontem, fiz até agora a missão de início, e a 1ª missão bem como a 1ª twilight mission. Nota-se um tone down considerável à dificuldade do jogo, especialmente quando comparado à Alpha demo. Foi walk in the park a 1ª missão, o que é pena. Mas já tenho lido que isso entretanto faz ramp up e que fica bem difícil, e a missão twilight esteve ao nível de dificuldade da alpha demo, por isso tass bem.

    Lovin' it so far.


  • Fiz o The Bridge.
    Um puzzler engraçado mas que começa a ficar muito dificil ao longo do jogo. Tive que ir em vários niveis ver como se passava mas também resolvi alguns sem querer lol. Se querem algo para puxar pelo caco este é um bom jogo.
  • Jogando this war of mine, há muito tempo q não m divertia tanto com um jogo, o exemplo de q um jogo não é feito só de gráficos
  • Deadlight e Castlevania: Simphony of the night
  • Ontem passei pela cex com o Wilson, recomprei o Burnout Revenge já que não sei do meu, tão bom <3 Foi o dia todo a jogar isso xD ah e o Wipout Fusion, que tambem estava por lá e trouxe @Roz ; D
  • É o piorzinho dos Wipeouts mas foi perdoado por ter inventado o Zone mode.
  • Isaac. Lots and lots of isaac.

    Este jogo brinca com as nossas almas.


  • Fiz o Superhot. O jogo é divertido e ao passar a fase inicial de se adaptar às mecânicas é interessante ver o que se consegue fazer. Pena que só tem 25 níveis e depois é sempre a repetir os mesmos em cada um dos vários challenges. Apesar de ter muitos e variados, já fiz os 25 níveis 3 vezes e já satura um bocado. Devia ter mais níveis e não percebi porque não tem, até porque parece algo simples de fazer.
    O challenge da katana é muito fixe, fez lembrar isto.

    PS: comprei neste deal https://www.g2a.com/en/game-deals, vale bem a pena.
  • obake said:


    Fiz o Last Guardian.
    Jogo de 10h, em que a totalidade do gameplay é navegar o cenário com a ajuda do Trico.
    Tecnicamente o jogo é fraco como já disse. O frame rate sofre muito em alguns sitios e a câmara é uma luta constante para vermos o que queremos. O gameplay é também um bocado "pobre", há literalmente 3 ou 4 mecânicas de jogo e é isso o jogo inteiro. Estar dependente do Trico para muitas acções também torna o jogo um bocado frustrante quando a ele não lhe apetece colaborar.
    Gostei de ser um jogo muito pouco "gamey", não há HUD, não há markers, não há objectivos, nada. É literamente o miúdo e o Trico no cenário e é isso. Isto seria ainda mais moody se não estragassem constantemente a imersão com prompts no ecrã "pressiona O para puxar isto". Pior que tudo não dá para desligar essas prompts.
    Em relação à história e aos personagens, conseguiram. Conseguiram que ficasse investido no miúdo e no Trico e na sua relação e quando o jogo acaba... foi emocional... Fiquemos por aqui.
    Mais ou menos a meio do jogo a história é explicada e o jogo torna-se realmente interessante, até esse ponto estava a ser um bocado aborrecido.
    O jogo tem aquela mesma magia do Ico e do Colossus, é diferente do que estamos habituados (principalmente nos anos mais recentes desde que saíram estas consolas).
    Fico contente de o ter jogado e recomendo que joguem.

    Acabei o jogo no fim de semana e isto resume perfeitamente a minha experiência. A história rendeu bastante, mas lutei um bom bocado contra o framerate (PS4 "vanilla") e a clunky gameplay.


    Poor kid :'D
  • Yeah, last guardian é uma boa experiência, sem dúvida, mas meeeeesmo uma situação algo grave de potencial mal aproveitado, IMO. É meio unthinkable para mim k o gameplay seja o clusterfuck k é, com sérios problemas de câmara e controlo overall, e que tecnicamente tenha as falhas todas k tem, depois de tantos anos de development. Still, algo a jogar, porque vale a pena.

    50 hours into Nioh, and absolutely loving it. What Onimusha would've (or should've, se existisse?) been in this day and age. Ou seja, Onimusha meets Demon's souls. O tipo de pacing e dificuldade e layout dos cenários é exactamente aquilo que seria de esperar ver num onimusha game hoje em dia, e é mesmo ideal. O mundo construído à volta de personagens e eventos históricos misturados com muita fantasia que víamos em Onimusha está presente aqui também. O aspecto mais técnico que víamos no sistema de combate de onimusha, com os timed reversals e timed critical hits com timing bastante exigente, e weapon switch on the fly está presente também.

    A dificuldade finalmente está a subir, embora bastante into the game, as últimas main missions que fiz demoraram algo entre 2 a 3 horas e já tive struggle para não morrer com frequência e encontrei uns bosses opcionais bem lixados mm. E isto quando eu pensei que já estaria over-leveled. Ou seja, a dificuldade do jogo está de facto a aumentar bem. Twilight missions ainda não me meti nisso porque não quero subir demais o char e arriscar quebrar esta subida boa que estou a sentir.

    O jogo tem imenso contéudo, bué side missions e contéudo opcional, imenso loot para desenvolver e mesmo mesmo muitas opções de costumização do character em termos de stats e playstyle. As armas são radicalmente diferentes umas das outras, tem imensos skills para aprender e desenvolver, e o jogo encoraja a experimentação e uso de todas as armas, com stats de proficiency e familiarity em cada uma que aumentam à medida que se usa e que se ganha experiência ao usar, e afectam tudo no que toca à arma, e acumula-se skill points com o uso das variadas armas para desenvolver a skill tree (à parte daqueles que se ganham com o level up).

    Qualquer pessoa que aprecie Souls games, onimusha e jogos com sistema de combate exigente e muito rewarding, please give this a shot, pk está meeesmo bom
  • edited February 2017
    Para além de continuar o Symphony of the Night, comecei tb o Deus Ex: Mankind Divided.
    Adorei o Human Revolution e para já estou a gostar bastante deste.


  • Fiz o Lords of the Fallen.
    O jogo é um Souls-lite. Menos tight os controlos, mais fácil, muito mais pequeno e com uma maneira mais directa de apresentar a história. Também gostei que ao contrário dos souls este encoraja usar vários tipos de arma durante uma run.
    Faz-se bem apesar de não estar ao nível dos souls o combate.


  • Fiz o Vanishing of Ethan Carter.
    Plot interessante, o jogo é engraçado e muito bonito visualmente. Só é pena as longas distâncias entre as coisas mas a beleza do cenário vai disfarçando um bocado a "seca".
  • Finalmente acabei o Panzer Dragoon Saga (saturn).

    Overall, o jogo qualquer coisa de extraordinário para uma consola de uma arquitectura complexa, "pouco optimizada para o 3D" e em que o género RPG foi considerado como sendo um género "outcast" por Bernie Stolar (presidente e chefe de operações da Sega US).

    Além de ser uma masterpiece gráfica, é também o jogo que desmistifica tudo o que se passou nos dois primeiros jogos. Algumas coisas estão bem explicadas, outras estão implícitas, mas o importante é que efectivamente existem respostas.

    Brace yourselves para os spoilers a nível de história:

    Ok, first things first:

    A ordem cronológica de lançamento dos jogos é PD1 - PD2 - PD Saga. No entanto, a ordem real é PD2 - PD1 - PD Saga. Os acontecimentos do PD2 sucedem-se 50 anos antes do Saga e os do PD1 30 anos antes.

    Para quem jogou ambos (ou apenas um) os jogos inicias, é possível perceber facilmente que a história decorre num período pós apocalíptico. Existia uma sociedade excepcionalmente evoluída a nível tecnológico, se bem que essa tecnologia é referida como "magia". Essa evolução culminou com a criação da Torre. A Torre é uma construção que passou a concentrar em si toda a fonte de magia existente no mundo e contribuiu para a destruição do mundo como ele era, infestando-o de armas biomecânicas - basicamente, os monstros que se encontram nos Panzer Dragoons.

    Por outro lado, houve uma parte da civilização que conseguiu sobreviver. As grandes cidades deram lugar a pequenas aldeias e as pessoas eram essencialmente nómadas. Ainda assim, emerge um grupo que consegue apoderar-se da tecnologia da civilização antiga (referida com "ancient ones") e criaram um império. O propósito do império é conseguir controlar a Torre, permitindo canalizar toda a magia e controlar o mundo.

    Enter Panzer Dragoon Zwei. Numa pequena aldeia supersticiosa em que as pessoas viviam no medo das armas biomecâncias, era comum os habitantes matarem todos os pequenos monstros que encontravam. No entanto, um dos aldeões - Lundi - encontrou um desses monstros, escondeu-o e criou-o. Esse pequeno monstro evoluiu para o que seria o dragão do PD2 - Lagi.

    Este jogo não tem muita história - à semelhança do PD1 - mas o final é uma porta aberta para o que se passa no Saga. A acção começa quando a aldeia do Lundi é destruída por uma airship de guerra (aka Shellcoof). Lundi e Lagi partem em busca da Shellcoof. Ao longo dos stages o Lagi vai evoluindo até que finalmente encontram a nave. No entanto, o Lagi revelou-se incapaz de a destruir por completo, sacrificando-se e no processo e deixando o Lundi a salvo. Na cutscene final, vê-se que o dragão fica numa sala da Shellcoof aparentemente vivo, mas é uma cutscene breve... Não é perceptível que este sobreviva.

    20 anos depois, Panzer Dragoon 1. O jogo começa com uma cutscene de 7 minutos em que é possível ver um caçador que entra numa caverna e acaba por ser atacado por armas biomecânicas. Tudo parecia perdido, até que surge um dragão (e o seu rider). No entanto, quando o dragão se prepara para sair da caverna aparece um dark dragon que mata o seu rider. Pelos acontecimentos, é aceitável presumir que este "rider" se tratava de Lundi e que o dragão tinha sobrevivido. O nome do novo "rider" é Keil. Antes de morrer - "lundi" explicou que esse dark dragon se dirige para uma Torre e que Keil o terá de impedir. História manhosa? Correcto, mas em 95 era o melhor que se arranjava em jogos arcade.

    No final do jogo é possível perceber que o dark dragon, ao contrário do nosso dragão, pertence ao império sendo possível supor que essa Torre seria "A Torre" que continha todo a tecnologia dos Ancients. Essa Torre foi destruida, Keil ficou a salvo, mas o dragão desapareceu... Na altura seria difícil perceber, mas após jogar o Saga até ao fim, percebeu-se que não havia uma única torre, mas sim várias - conectadas entre si. A que é destruída no PD1 não é a principal.

    Panzer Dragoon Saga. 30 anos depois.

    Esta é a história de Edge. Um "jovem" pertencente a um grupo de mercenários que se encontravam a fazer escavações numas ruínas, pagos pelo império. Um dia, descobrem uma rapariga - Azel - e quando o fazem, um dos comandantes do império - Craymen - mata toda a equipa de mercenários para que ninguém soubesse que a Azel tinha sido encontrada. Edge consegue escapar para o interior das ruínas e é salvo por um novo dragão. Este dragão é vermelho, ao contrário dos Panzer Dragoons anteriores.

    Edge, com a ajuda do dragão entra numa "cruzada" para se vingar do Craymen e da sua facção e também do império. E aí começa verdadeiramente o jogo e um número incontável de easter Eggs para quem tinha jogado ambos os anteriores.

    O boss final do PD2 é um boss do Saga, o boss do 3º capítulo do PD2 é um endgame monster e mesmo o boss do 5º capítulo do PD1 também é um boss do Saga. Estar a jogar e a levar com estes bosses é qualquer coisa de extraordinário, mas movin' on.

    Como gigantesca easter egg fest que é o PD Saga, encontramos a Shellcoof do PD2! E nessa Shellcoof encontra-se um dragão bébé. Guess what? É mesmo o dragão do PD2. No final do jogo, o nosso dragão funde-se com o dragão bébé para se tornar no "Solo Wing" - o dragão azul do Panzer Dragoon Original.

    Voltando à história (que interessa claro). O propósito da Azel é descoberto. Chega-se à conclusão que existe um ser que controla a Torre e encontra-se numa dimensão distinta - matando esse ser, "Sestren", aí sim, acaba-se com a Torre, possibilitando finalmente a recuperação da civilização, agora livre de armas biomecânicas. O propósito da Azel é entrar na Torre e abrir o caminho para essa dimensão.

    Edge, com o seu dragão, consegue derrotar o império e Craymen acaba por morrer ao tentar controlar a Torre. Com a ajuda da Azel, ele consegue defrontar Sestren e finalmente destruir a torre.

    No final, não é claro o que acontece com Edge, mas fica a possibilidade que ele de facto sobreviveu e Azel parte em busca dele, procurando pistas em qualquer aldeia que encontre.


    Acabados os spoilers, umas pequenas notas finais: o jogo não é muito longo para o standard dos RPGs. Estamos aqui a falar de umas 15-16h para o passar e eventualmente chegar às 18h para fazer todas as sidequests, que são obviamente poucas e relativamente curtas.

    Existe ainda um bónus especial que está ligado com os saves do Panzer Dragoon 2 - mais um easter egg que tem tudo a ver com a filosofia revolucionária da Sega. Caso já tenham alguma save do PD2 quando jogam o Saga, automaticamente desbloqueiam todos os extras do PD2. Esses extras basicamente são os seleccionadores de nível e dificuldade, seleccionadores de banda sonora, tipo de dragão e ainda score attack.

    Enfim, long ass post. Já não fazia um destes há algum tempo, mas a realidade é que ter jogado este jogo foi o quebrar de uma série de "mistérios" que ficaram por resolver da altura em que eu joguei o PD2 - um dos jogos que mais me marcou enquanto "gamer". Se tivesse alguma capture card teria feito uma video review extensiva, but this will do : P
  • danteMdie said:

    Se tivesse alguma capture card teria feito uma video review extensiva, but this will do : P

    Pede emprestado aos amigos, ou conhecidos neste caso vá...

  • Uuuuuuuui.
  • edited February 2017
    Há um ano troquei o HDD da PS4 por um de 1TB. Fiquei ali com o default de 500GB a apanhar pó. Só há umas semanas é que me lembrei que era compatível com a PS3. Decidi fazer o upgrade e jogar old PS Plus stuff que nunca cheguei a jogar por falta de espaço.
    That said, comecei e terminei ontem o Twisted Metal (2012). Foi fun enough, mas demasiado caótico e random para o meu gosto. Seguem-se o God Of War: Ascension, Spec Ops: The Line e o Yakuza 5.
  • obake said:

    danteMdie said:

    Se tivesse alguma capture card teria feito uma video review extensiva, but this will do : P

    Pede emprestado aos amigos, ou conhecidos neste caso vá...

    Mas a tua é HD não é? Não consigo fazer nada com isso...
  • Ya, hdmi só.
  • obake said:

    Ya, hdmi só.

    Ver se arranjo um conversor de Scart - HDMI para o próximo mês de qualquer das formas e aí já sou capaz de te melgar. Já sabes como por isso a funcionar?
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